domingo, 28 de março de 2010

Trabalho da Faculdade



Incorporação Bridgestone Firestone
Hoje na liderança, a maior empresa no segmento de pneumáticos com alta qualidade e tecnologia de produtos os quais levaram a Bridgestone à um patamar mais elevado nesses últimos 20 anos desde a união Bridgestone-Firestone.
Como tudo começou...
Firestone...
A Firestone Tire & Rubber, fundada pelo jovem empreendedor Harvey Firestone em 3 de agosto em 1900 em Ohio (EUA), inserida com um capital de US$ 20 mil planejando fabricar inicialmente pneus para carruagens contando assim com mão-de-obra de 12 empregados. Com o privilégio de autoria, escolhida por Henry Ford, fundador da empresa Ford Motor Company a qual escolhera a Firestone para equipar o primeiro automóvel produzido em série.
A entrada no Brasil...
Em 1923 a Firestone foi engajada no Brasil com projeto de expansão, iniciando operações em um escritório de negócios em São Paulo. Quinze anos depois ocorre a morte de seu fundador, Harvey Firestone aos 69 anos.
Em meio a grandes quantidades de fábricas espalhadas pelo mundo e o crescimento significativo da empresa devido à II Guerra Mundial no ano de 1938, a qual remeteu a empresa Firestone à um avanço em busca das necessidades de equipamentos com os quais poderiam suprir os soldados. Contando com isso, foram produzidos asas de aviões, esteiras para tanques, caminhões antiaéreos, tanques de oxigênio, bem como o dobro da produção de pneus, em que se tornaram diferenciais para a empresa.
No ano posterior (1939) o acontecimento de 1938 proporcionou à Firestone uma boa margem de faturamento em que permitiu a compania a construção da primeira fábrica no Brasil, sediada em Santo André na Grande São Paulo, até hoje concentrada na produção de pneus para caminhões, ônibus, veículos industriais, agrícolas e máquinas fora de estrada.
Bridgestone...
Fundada por Shojiro Ishibashi em 1931 como sua primeira fábrica de pneus, estava a então Bridgestone Tire & Co. já com um capital de US$ 1 milhão. No final da década de 30, a companhia já se expandia, com a inauguração de uma nova fábrica de pneus em Yokohama e outra de borracha, na China. Em 1953, as vendas anuais da Bridgestone já alcançavam US$ 280 milhões, incrívelmente o mais alto faturamento de todos os fabricantes de pneus japoneses.
Em 1976 ocorre a morte do fundador, Ishibashi, aos 88 anos. Mesmo com tal acontecimento no início dos anos 80 a Bridgestone continuava focada e principalmente fazendo muito sucesso, abrindo mais de 3 fábricas na Austrália, além da compra de 300 lojas de serviços automotivos da JC. Penney, objetivando diversificar a constante atividade de produção de pneus. Consequentemente passou a se integrar no ranking de maiores fabricantes de pneumáticas do mundo.
Então...
Em 1988, a japonesa Bridgestone compra a Firestone por causa de uma linha de pneus radiais de baixa qualidade produzidas na década de 70 pela empresa, pode-se dizer que este problema nunca foi superado, tornando a venda da firestone inevitável. O valor pago pela Bridgeston foi exatamente US$ 2,6 bilhões e na sequência a mesma anunciou um plano de investimento na ordem de US$ 1,5 bilhão nas operações da empresa.
Um ano depois foi criada a Bridgestone American Holding, que incorpora as operações da Bridgestone do Brasil nas Américas.
Pode-se dizer que em 2007, a história da empresa ganhou um novo capítulo, com a inauguração da segunda fábrica no país, em Camaçari no estado da Bahia em que hoje fabrica pneus classificados como high performance e ultra high performance para equipar as novas gerações de automóveis produzidos no Brasil e veículos esportivos que alcançam altas velocidades e camionetes.
Hoje com 3.400 funcionários, as unidades brasileiras produzem cerca de 38 mil neus por diasendo 30 mil em Santo André (SP) e 8 mil em Camaçari (BA). A produção abastece revendedores distribuídos pelas principais cidades do país, montadoras e exportação. Na Bridgestone do Brasil, a tecnologia para produzir produtos de qualidade alia-se à mão-de-obra especializada. Programas de treinamento visam a capacitação de novos integrantes, além da constante
reciclagem dos colaboradores da compania.

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